quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A Gratidão & O Riso

Uma pessoa agradável é aquela que conseguimos agradar. Uma pessoa que se permite agradar é aquela que vive a leveza e alegria da gratidão.

Da mesma forma, uma pessoa amável é aquela que conseguimos amar e se permite ser amada. Amar e se permitir ser amado é uma forma de gratidão.

E, cada vez que conseguimos alegrar ou amar alguém, também nos sentimos alegrados, vivos e animados. Assim, a gratidão nos torna pessoas agradáveis, amáveis, gostosas, que alegra e irradia amor: bom-humor, bons fluidos e astral.

Um lembrete: pessoas desagradáveis, ou seja, que não se permitem ser agradadas, também não são amáveis ou se permitem ser amadas. Forte? Somente uma constatação para reflexão.

E, a idéia ordinária que temos a respeito da gratidão é a daquele sentimento que devemos nutrir por quem fez algo por nós, nos presenteou ou, de alguma forma, tornou nossa vida mais agradável. Assim, o conceito errôneo de gratidão vem, na maioria das vezes, associado ao de caridade ou troca.

Contudo, por um desafio ou contratempo podemos sentir enorme gratidão. Por um cotidiano, como tomar água ou simplesmente poder caminhar (ou correr), podemos sentir imensa leveza e gratidão. Por um inimigo, que nos provocou tantas mudanças em planos ou caminhos, podemos sentir amor profundo.

Gratidão é um dos estados de Graça, literal e espiritual, e podemos entender como afetividade ou a capacidade de enxergar em cada acontecimento o que ele nos trás de bom, de aprendizado e celebração da vida. Mesmo que estejamos vivenciando momentos difíceis, onde nossas necessidades materiais ou afetivas não estejam sendo supridas (?), sempre poderemos, se estivermos dispostos, encontrar motivos para rir e agradecer. Importante lembrar que cada medo, cada desafio, tem sua polaridade oposta, ou seja, sua possibilidade de cura ou neutralização, no riso e na gratidão.

Esta atitude determina se nossa vida será um eterno atrair de Graças e Bênçãos, ou uma constante comiseração, na qual desempenhamos o papel de vitimas revoltadas contra as armadilhas do destino.

Cultivar a gratidão e o bom-humor são formas de aceitar cada desafio como uma oportunidade de evolução e crescimento interior. Se formos capazes de enxergar a realidade com novos olhos, a essência de cada evento, recebendo o que vida nos reserva - atraímos - sem mágoa ou inconformismo, as dificuldades decerto se resolverão mais rapidamente, deixando ainda um rastro de superação, alegria, mais gratidão e amor pela vida.

Quando usamos aquele “óculos” da gratidão e bom-humor e enxergamos a Graça no simples detalhe de uma flor teimosa que desabrocha na pedra ou monte de lixo, numa nuvem desgarrada no céu, num sorriso ou carranca de um filho, na nossa mão que clica infinitas vezes o mouse, então vamos constatando, de um modo cada vez mais evidente, que a maior impressão digital de Amor somos nós mesmos: cada um de nós. E, com a maravilhosa iniciativa de buscar descobrir em nós, nos outros, na natureza os detalhes do Amor, produz-se em nós uma serenidade, uma paz, uma gratidão, uma alegria sem medidas. E, junto com esta gratidão e paz, que são estados de Graça, vem de brinde, um sorriso e brilho nos olhos e face, uma explosão de amor no coração. Ou seja, o riso e o amor, que são também estados de Graça, se manifestam, inevitavelmente, em todos os estados de Graça.

Para complementar, algumas palavras do Osho.

http://www.docelimao.com.br/site/terapia-do-riso/o-conceito/681-a-gratidao-a-o-riso.html

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